
As principais ilhas do Japão são Hokkaido, no extremo norte (83 514 km2); Honshu, no centro (230 948 km2); Shikoku, no centro-sul (18 798 km2); e Kyushu, no sul (44 358 km2). Destacam-se ainda as ilhas Ryukyu, no extremo sul do arquipélago, e Kurilas, a nordeste. Tomada ao Japão no fim da Segunda Guerra Mundial, esta última ilha encontra-se sob domínio da Rússia, embora os japoneses insistam na possibilidade de reintegrá-la em seu território.
A localização do arquipélago japonês, situado entre três placas tectônicas, ajuda a explicar a frequência com que o país oriental sofre abalos sísmicos e a magnitude com que isso acontece. Placas tectônicas são blocos rochosos, alguns de dimensões continentais, que dão sustentação à superfície da Terra. O arquipélago do Japão está localizado entre as placas Eurasiana, das Filipinas e do Pacífico.
A Terra é quente por dentro porque, em parte, ainda guarda um pouco do calor criado durante o seu nascimento, há 4,5 bilhões de anos. Mas, principalmente, porque sua massa contém materiais radioativos. A radiação acumula-se no interior do planeta e mantém as rochas derretidas, fazendo balançar a frágil casca rígida sobre a qual erguem-se os continentes e os oceanos. É como nascem os terremotos. A ciência sabe disso, mas não sabe como preveni-los. Um dos motivos é a escala gigantesca desses fenômenos.
O nome dessa casca é litosfera. Ela é fina e está toda rachada: é composta por cerca de 20 pedaços, chamados placas tectônicas. São formidáveis jangadas de pedra, flutuando sobre a massa interna. Quando dois pedaços dessa casca, resvalam um pouco, liberam de forma explosiva uma energia equivalente a milhares de bombas atômicas. As explosões são o motor dos terremotos.
Cada placa resulta de "colagens" de placas anteriores, formadas há milhões de anos. Por isso, sua formação é cheia de falhas. Basicamente, é a movimentação dessas falhas que provoca terremotos. Podem causar também deslizamentos de terra, tsunamis e até mudanças na rotação do planeta.
O japão é um país predestinado a terremotos. Formado por diversas ilhas sua localização explica os terremotos. As principais ilhas do Japão são Hokkaido, no extremo norte (83 514 km2); Honshu, no centro (230 948 km2); Shikoku, no centro-sul (18 798 km2); e Kyushu, no sul (44 358 km2). Destacam-se ainda as ilhas Ryukyu, no extremo sul do arquipélago, e Kurilas, a nordeste. Tomada ao Japão no fim da Segunda Guerra Mundial, esta última ilha encontra-se sob domínio da Rússia, embora os japoneses insistam na possibilidade de reintegrá-la em seu território.
A localização do arquipélago japonês, situado entre três placas tectônicas, ajuda a explicar a frequência com que o país oriental sofre abalos sísmicos e a magnitude com que isso acontece. Placas tectônicas são blocos rochosos, alguns de dimensões continentais, que dão sustentação à superfície da Terra. O arquipélago do Japão está localizado entre as placas Eurasiana, das Filipinas e do Pacífico.
A Terra é quente por dentro porque, em parte, ainda guarda um pouco do calor criado durante o seu nascimento, há 4,5 bilhões de anos. Mas, principalmente, porque sua massa contém materiais radioativos. A radiação acumula-se no interior do planeta e mantém as rochas derretidas, fazendo balançar a frágil casca rígida sobre a qual erguem-se os continentes e os oceanos. É como nascem os terremotos. A ciência sabe disso, mas não sabe como preveni-los. Um dos motivos é a escala gigantesca desses fenômenos.
O nome dessa casca é litosfera. Ela é fina e está toda rachada: é composta por cerca de 20 pedaços, chamados placas tectônicas. São formidáveis jangadas de pedra, flutuando sobre a massa interna. Quando dois pedaços dessa casca, resvalam um pouco, liberam de forma explosiva uma energia equivalente a milhares de bombas atômicas. As explosões são o motor dos terremotos.
Cada placa resulta de "colagens" de placas anteriores, formadas há milhões de anos. Por isso, sua formação é cheia de falhas. Basicamente, é a movimentação dessas falhas que provoca terremotos. Podem causar também deslizamentos de terra, tsunamis e até mudanças na rotação do planeta.
O Papa Bento XVI resumiu as características do povo japonês que deveriam inspirar todo o mundo: coragem e dignidade na tragédia.